Primeira vez no Blog?

O artigo Vozes na Cabeça descreve o que o blog propõe. Quais são as suas reais finalidades e também serve de um pequeno manual e amostra do que acontece aqui. LEI-A E NUNCA MAIS IRÁ DORMIR SOSSEGADO.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Estados Unidos

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Por que a nota de um dólar usa o símbolo maçônico do "olho que tudo vê" sobre uma pirâmide? Simples. Os Estados Unidos são o resultado de uma "conspiração maçônica”.

Embora o Departamento de Estado atribua um significado totalmente diferente ao símbolo (o país será duradouro como uma pirâmide, desde que guiado por Deus), a MAÇONARIA esteve profundamente envolvida na Guerra da Independência (1775-1783). Assim como também se meteu na Inconfidência Mineira (1789) e na Revolução Francesa (1789). As datas curosamente próximas sugerem uma certa organização mundial, ne c'est pas? Chegaremos lá.

Benjamin Franklin, Paul Revére, John Hancock, George Washington e Thomas Jefferson, para citar apenas alguns líderes da insurreição americana, eram maçons. Conspirólogos argumentam que, embora os americanos tenham adotado os "bons" ideais da irmandade (liberdade, igualdade e fraternidade), também adotaram os "maus" (extremo individualismo, adoração pelo lucro e, é claro, o imperialismo). Afinal, a revolução - ou conspiração, se preferir - ainda não acabou. Depois de conquistar as 13 colônias, a maçonaria se lançou num ambicioso plano de dominação mundial que começou com a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1914. Nesta etapa, os maçons vão implantar um governo multinacional que terá os Estados Unidos como referência e liderança. Chato vai ser quando nos obrigarem a usar chapéu de Mickey Mouse.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Amazônia Internacionalizada

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Nos intricados planos para a implantação da NOVA ORDEM MUNDIAL, a floresta amazônica desempenha um papel estratégico. Conspirólogos brasileiros afirmam que os ESTADOS UNIDOS tramam desde 1816 para assumir o controle da floresta, rica em minérios e plantas medicinais. A paranóia nacionalista tem adeptos tanto na direita quando na esquerda e você certamente já recebeu e-mails alertando sobre essa terrível ameaça à nossa soberania. Algumas mensagens eletrônicas trazem em anexo o fac-símile da página do livro didático An Introduction to Geography (Uma Introdução à Geografia), de um certo David Norman, que é supostamente usado nas escolas americanas e mostra o mapa do Brasil sem a Amazônia, tratada como área internacionalizada.

Bem, lamento decepcioná-Io, leitor paranóico, mas esta história é falsa. O jornal O Estado de S. Paulo de 2 de dezembro de 2001 apurou que o e-mail teve origem na comunidade acadêmica da UNESP e da UNICAMP. Não existe livro nenhum com esse título registrado na Biblioteca do Congresso e, além disso, o texto da página fac-similar evidencia que o autor tem precários conhecimentos da língua inglesa.

Mas isso não significa que a conspiração pela internacionalização da Amazônia seja falsa. Vários ecologistas americanos e europeus defendem esta idéia e existem óbvios interesses econômicos por trás de grupos que se definem como ambientalistas. Segundo o site Brasil.iwarp.com, mantido por militares brasileiros da reserva, o plano começou quando o FMI "forçou" o então presidente Fernando Collor de Mello a demarcar um imenso território de 94 mil quilômetros quadrados como reserva ianomâmi. Teria sido o primeiro passo para que, no futuro, a Nação lanomâmi proclame a independência e exija a intervenção da ONU na região.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Atlântida

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O primeiro a falar do continente perdido da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão (417-347 A.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele teria ouvido a história de alguém que a ouvira do poeta Sólon (615-535 A.C.) que, por sua vez, a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes da época de Sólon (mais ou menos 10.000 A.C.), a Atlântida dominava toda a costa do Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos como o Estreito de Gibraltar), era governada por um colegiado de dez reis e tinha sido fundada por descendentes do titã Atlas (daí o nome). Os atlantes, muito abusados, resolveram escravizar todos os povos do mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram a civilização desaparecer do mapa numa série de terremotos e inundações.

Embora a história oficial não reconheça a existência de uma civilização avançada em 10.000 a.C. (Jericó, a comunidade humana mais antiga do mundo, surgiu em 9.000 A.C. e nada mais era que uma vila de agricultores cercada por muros de barro), idéias associadas à Atlântida aparecem na literatura paracientífica, seitas exóticas, escolas esotéricas, organizações secretas e teorias conspiratórias.
A SOCIEDADE TULE, grupo ocultista alemão que, segundo Jacques Bergier, influenciou muitos líderes nazistas, acreditava na existência da raça superior atlantiana, considerada a ancestral dos arianos. O continente perdido também ocupa lugar de destaque nas teorias sobre a TERRA OCA (o interior do planeta seria habitado por atlantes ou lemurianos refugiados).

A arqueologia, no entanto, nunca encontrou artefato ou ruína que comprove a existência da Atlântida. Teorias que associam as pirâmides maias às egípcias, como prova; de uma herança cultural comum, caem por terra quando se confrontam as datas de construção dos monumentos. As egípcias foram feitas em 2.700 A.C. O templo de Tenochtitlan foi terminado por volta de 1487 d.C. É possível, entretanto, que uma vasta conspiração da ciência oficial esteja nos escondendo a verdade. Vai saber.

Uma das teorias mais interessantes sobre onde ficava a Atlântida foi desenvolvida pelo jornalista britânico Graham Hancock no livro As Digitais dos Deuses (Rosa dos Tempos, 1999). Segundo ele, o acúmulo de gelo nos pólos força a crosta terrestre a deslizar periodicamente, fazendo vastas regiões do planeta mudarem de lugar. O último grande deslizamento aconteceu há aproximadamente dez mil anos. A Atlântida, segundo ele, não foi tragada pela água, mas soterrada pelo gelo. O continente perdido é o mesmo que nós chamamos hoje de Antártida. Só não vemos as construções prodigiosas dos atlantes porque elas estão debaixo de toneladas e toneladas de gelo. Felizmente, segundo Hancock, antes de sumir sob a era glacial repentina, os atlantes deixaram pistas para que futuras civilizações pudessem se prevenir dos deslizamentos periódicos da crosta. Uma dessas pistas é o calendário maia, que termina em 2012, quando nós todos, garante o escritor, entraremos na maior gelada.
 

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